Schema della sezione

  • "No monopolices tus conocimientos ni impongas arrogantemente tus técnicas, pero respeta y combina tus habilidades con el conocimiento de las comunidades investigadas, tomándolas como socios y co-investigadores. No confíes en versiones elitistas de historia y ciencia que respondan a intereses dominantes, pero se receptivo a las narraciones y trata de capturarlas nuevamente. No dependas únicamente de tu cultura para interpretar hechos, pero recupera los valores locales, rasgos, creencias y artes para la acción por y con las organizaciones de investigación. No impongas tu propio estilo científico para comunicar los resultados, pero difunde y comparte lo que haz aprendido junto con la gente, de manera que sea totalmente comprensible e incluso literario y agradable, porque la ciencia no debería ser necesariamente un misterio ni un monopolio de expertos e intelectuales. " (Fals Borda, 1995)


    • [...] Pugnamos por uma universidade que valoriza ideias e práticas progressistas, com capacidade de autocrítica, de aceitar  vulnerabilidades e de assumir práticas de cuidado com vista à justiça social e à formação de comunidades solidárias e livres de abuso. Lutamos por uma universidade em que o saber circule horizontalmente e não através de relações de poder, patriarcais e coloniais. Uma universidade pluridiversa, paritária, interseccional e emancipatória. Uma universidade que não seja conivente com a precariedade geral e que não receie o modus operandi feminista, na construção de pessoas libertas dos constrangimentos impostos por papéis e expectativas prescritivas de género, classe, raça, capacitismo ou preceitos culturais. Uma universidade onde os lugares de decisão e de prestígio social não sejam domínio quase exclusivo de homens brancos, e os secretariados e os papéis auxiliares de limpeza e alimentação não se circunscrevam quase unicamente às mulheres (tendencialmente, racializadas ou migrantes precarizadas em funções de limpeza). Uma universidade que rompa com a tradição (que vem de um lugar “de cátedra” e não de escuta) da cultura dos “doutores” e da reprodução dos patriarcas geniais